Sobre o autor

Jader Vieira

Talvez a melhor maneira de começar seja dizendo que eu já fiz bastante coisa nesta vida.

Comecei a trabalhar aos 16 anos. Aos 19, fui parar em um banco. Aos 20, entrei no mundo da comunicação, onde acabei ficando por muitos anos.

Fui radialista, professor, produtor, apresentador, roteirista, consultor de comunicação, jornalista  e trabalhei em televisão. Também me formei em Geografia.

Se você está pensando que isso não tem absolutamente nada a ver com Tarô, espere um pouco. Talvez tenha mais a ver do que parece.

Ao longo dessas experiências, fui percebendo uma coisa que acabou se tornando uma espécie de fio condutor da minha vida profissional: pessoas me interessam.

O que elas pensam, o que escondem, o que desejam, as escolhas que fazem, as histórias que contam e, principalmente, as histórias que contam para si mesmas.

Há cerca de onze anos, as cartas entraram nessa história e foi quase por acaso. Vou contar essa história no segundo artigo do blog.

Até que um dia conheci o Tarô e foi uma espécie de amor à primeira vista.

Desde então, foram milhares de atendimentos, estudos, experiências e conversas com pessoas de diferentes lugares e histórias completamente diferentes.

Durante a pandemia, esse trabalho ganhou outra dimensão. Passei a atender profissionalmente pela internet e, desde então, conversei com pessoas de várias partes do Brasil e também de outros países.

E foi aí que uma coisa ficou cada vez mais evidente para mim: por trás de histórias aparentemente muito diferentes, existem padrões humanos que se repetem o tempo inteiro: o medo de perder, desejo de ser amado, a dificuldade de partir, a necessidade de reconhecimento, a culpa, o medo de recomeçar, a esperança, a tentativa de entender o outro quando, muitas vezes, ainda não conseguimos entender a nós mesmos.

É aí que entram o Tarô, a cartomancia e os arquétipos. Não como uma coleção de respostas prontas, mas como ferramentas para olhar para aquilo que muitas vezes permanece escondido no meio da nossa própria confusão.

Foi dessa experiência que nasceu o Café Arquetípico.

Este blog é um lugar para conversar sobre tudo isso.

Ainda estou no caminho.

Já passei das cinco décadas de vida, e talvez uma das poucas coisas que tenha aprendido até aqui seja observar um pouco mais e reagir um pouco menos.

Nem sempre funciona. Aliás, às vezes o ego dá uma gargalhada na nossa cara e continua fazendo exatamente o que quer. 😂

Mas talvez seja justamente essa a graça. Eu não estou aqui para apresentar verdades definitivas. Estou aqui para pensar junto e, se possível, provocar algumas boas perguntas, porque talvez uma boa pergunta valha muito mais do que uma resposta pronta.

Então, se você chegou até aqui, puxe uma cadeira.

O café está passado.

Eu sou Jader Vieira.
Seja bem-vindo ao Café Arquetípico.